segunda-feira, 30 de maio de 2011

Felicidade

Faça o hoje valer apena
Esqueça o ontem o que passou passou
Legal mesmo é seguir nosso coração
Ilusão joguei no lixo, quando aprendi a louvar pelos o erros 
Castelos ergo a cada dia um pouco mais
Idade de ouro, quer ser feliz
Diria que hoje me sinto bem
A luz surgiu depois das trevas
Deus em minha vida habita
Esqueço o rancor e tento sorrir sempre sorrir

Carpe Diem 

domingo, 15 de maio de 2011

fechada em meu mundinho chato ... Deprê

Fromm em seu livro questiona o amor é sorte ou arte? minha tese é que é arte temos fome dele . Eu mesmo tenho sepre quero mais meu dou demais esperando troca, mas infelimente essa troca nao ocorre. 
O ser humano é muito falho nisso sempre querendo exercer a troca mutua e se frustra ao nao obter o resultado que acharia correto .
Eu sofro desse mal, mas quem nao sofre, incrivelmente me acho burra porque parece quem nunca vou aprender e conviver com isso está sendo muito dificil. Calar me doí mais é necessário... Creio EU

Talvez me sinta assim porque sou carente mas quem não é? todo somos. Temos necessidades de afago, carinho, beijo. Mas ao meu ver exixte pessoas que ainda nao despertaram para isso e talvez quando despertar poderá ser tarde demais, por outro lado os feridos também resistem a se entregar ratifico que em meu olhar. 

Não sei se eu que sou carente demais ou as pessoas secas demais. 
Com a dvento da internet as relações mudaram muito nao se tem tempo para jogar um jogo simples de carta ou jogar conversa fora a descupa é o estudo, eu mesmo ás vezes uso desse recurso para fechar me no meu mundinho .

Eu até tento, tento e tento me aproximar mas as vezes nao deixam. Eu canso de tentar, quando sei que nao deveria.

 Fim de semana principalmente para mim atualmente são AMARGOS por minha culpa mesmo que deixo a mente vazia e a semana também nao tenho vontade de fazer quase nada faço só o necessário mesmo. 
Aquela vontade de viver intensamente acho que acabará, as vezes sinto pena de mim mesma, é a coisa está muito FEIA ....

Escrevi isso só para desabafar mesmo para nao me senti como estou me sentindo hoje um lixo ... Sem vontade de viver e lutar....

Só Deus me minha vida mesmo ... :-(

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O Blog e a Professora

  A cada dia os estudantes estão cada vez mais conectados. 
Lecionar usando o recurso didático quadro negro e giz ou quadro branco e pincel já não esta sendo satisfatorio tornando tudo mais complicado.
O modelo tradicional a cada dia torna se insuficiente em estimular a pesquisa histórica e a relação dos conteúdos e realidade do aluno principalmente da escola publica brasileira. 

Em breve estarei discutindo mais aqui sobre tal tema na oportunidade que estou a pesquisar sobre o mesmo

terça-feira, 3 de maio de 2011

A escola um espaço de sociabilidades e apatias




Ao analisar a instituição ESCOLA, pode se enumerar como um patrimônio de algum lugar, já que a maioria delas possui nomes de grandes lideres. Entende se que ela é dotada de sujeitos diferentes que muitas vezes ocorre um esquecimento disto por parte dos que organizam.
Antes dos anos 80 a escola expressava um modo de ver o mundo mais funcionalista dotada de reprodução, já nos anos 80 a busca pelo rompimento do sujeito-objeto acaba sendo superada. A característica marcante o humanismo que coloca o sujeito- pessoa como centro do mundo, ou seja, tudo é humano, a exemplo a natureza sociedade.
A escola é entendida como um espaço sócio-cultural que possui inúmeras regras e normas que muitas vezes acabam “unificando e delimitando” algumas ações. Dayrell (2001), no seu artigo A Escola Como Espaço Sócio-Cultural, texto extraído da obra “Múltiplos Olhares Sobre a Educação e Cultura”, no qual o autor relata que:

 “Aprender a escola como construção social implica, assim, comprendê-la só seu fazer cotidiano, onde os sujeitos não são apenas agentes passivos diante da estrutura. Ao contrário, trata-se de uma relação continua de construção de conflitos e negociações em função de circunstancias determinadas” (2001, p.137)


Isso implica que a escola é algo complexo, pois incluem imposições, conflitos, estratégias, alianças que muitas vezes causa repulsa aos discentes por talvez não entender a proposta escolar.
Todavia por outro lado o processo educativo recoloca a escola como mera reprodutiva de saberes, quando não é isso. A função dela é ou seria mesmo auxiliar aos indivíduos mais tarde serem bons cidadãos, mas isso não inclui só o mundo político ou trabalho e sim o papel na sociedade como um agente transformador.
A escola surge com uma proposta de produzir sujeitos, subjetividades e corpos treinados como enfatiza Durval Muniz em seu artigo “por um ensino que deforme: o docente na pós modernidade”, com o pensamento Foucaultiano ele completa que a mesma surge a fim de disciplinar corpos e mentes que forma indivíduos.
Nessa hiper modernidade a proposta da escola é auxiliar o sujeito a ser critico, mas principio esse que nem sempre é regido nas escolas Paraibanas, haja vista que o tradicionalismo ainda existe alguns docentes resistentes às mudanças e preferem serem adeptos do tradicionalismo. Docentes esses que se reduzem ao treinamento de mentes e exaltando a valorização de conhecimentos acumulados, sendo reduzidos a resultados e conclusões precipitadas e falhas, proposta essa que hoje não é tão mais aceita pela sociedade, todavia ainda existem os insurgentes que resistem a inovar.
A instituição escola não é mais tida como peça fundamental para a formação de conhecimentos e valores que norteiam nossa civilização, agora é nela que aprimoramos os conhecimentos adquiridos ao longo da vida, o empirismo é completado em contato com o cientifico, conhecimento esse que não está limitado ao ambiente escolar e nem só a sala de aula.
Esse conhecimento cientifico também de certa forma é adquirido no intervalo entre uma aula e outra, momento que ocorre sim, essa troca de combinações, conhecimentos e práticas, pois jovens de diferentes classes, modos, costumes e tribos se confraternizam ocorrendo uma difusão de energia positiva, é exatamente nessas conversas que sem perceberem muitas vezes estão discutindo assuntos variados e produzindo de certo modo um tipo de conhecimento científico, o fluir das relações tende a isso, mesmo que o tempo seja limitado, mas sempre ocorrerá. A partilha de momentos e vivencias também é um modo de disciplinarão sem perceber acabam aprendendo com a experiência do outro.
A escola é um espaço de encontro, convivência e formação de constante subjetividade havendo essa troca de sentimentos permitindo conviver com as diferenças e aprender com o mundo além de dominar certos códigos culturais para mais tarde encontra seu lugar perante a sociedade capitalista brasileira.
Nesse ambiente também nota se um sujeito tanto incomum: o professor, que com firmeza no olhar e voz é capaz de discutir temáticas com alguns sedentos por assimilar os conhecimentos. No entanto a hierarquia ás vezes é reforçada com o autoritarismo desmanchando a idéia de igualdade perante todos, isso é legitimado em analise do espaço escolar como um todo a exemplo da sala de aula sempre com cadeiras alinhadas em direção ao quadro, tornando uma igualdade tão gélida no cercamento escolar.
A escola não é tão democrática assim como se pensa. A Sociedade contemporânea nos impõe valore e metas altas demais, Assim os sujeitos que já são marginalizados em outras estruturas sociais, influenciados pelo pensar que a escola é sinônimo de ascensão social, procuram na escola um lugar de consolo para suas frustrações. Mas acaba encontrando é outra frustração. Encontram uma instituição frustrada por não conseguir rever seu modelo, e acabam encontrando profissionais frustrados que a cada dia vende m seus sonhos a preço irrisório. Resultando tudo em uma pedagogia frustrada por se basear no autoritarismo e disciplina, portanto fazer escola deve se fundar valores como solidariedade e a coletividade, para que não sejam “prisões” que nos tornamos indiferente e estéreis a realidade.