quarta-feira, 15 de junho de 2011

Despedida da turma 2007.2-> Dedico meu afeto e afeição a vocês caros amigos(as)


Éramos pessoas diferentes que somos e hoje reunidas em propósito comum de crescer profissionalmente nos encontramos. A convivência já se faz saudosa, é claro que passamos por dificuldades, inseguranças, erros, acertos, vitorias e construímos laços de amizades sinceras.
É chegada a hora de pontuarmos uma estória, que cada um trilhará se caminho e ficará em nossos corações as lembranças de nossos encontros e desencontros, mas concerteza levaremos a sensação de dever cumprido além de ter a certeza que cada um com o seu jeitinho contribuiu de alguma forma  para o crescimentos do outro.   
 Idéias, temperamentos gerando divergências sempre existirão, mas agora que o colega de sala tornou-se um companheiro presente em nossas vidas, o momento é para amigos.
   Hoje nos separamos, mas nem mesmo a despedida acompanhada da possível distância conseguirá mudar em nós a lembrança dos momentos que passamos juntos nestes 4 anos. Ficarão as recordações das brincadeiras em sala de aula, dos risos, das “reuniões” na Xerox, nas passadas pelo açude, nas bobagens faladas enfim tudo lembrará.
 Valeu a pena todo o sacrifício que passamos na nossa jornada até aqui. Serviu para acumular experiências. Agora vendo você e todos os nossos amigos de classe prestes a serem diplomados meu coração acelera com uma vontade de sorrir se mistura com a vontade de chorar, sinto que a adrenalina está subindo cada vez mais. A vocês ofereço sempre minha amizade quando precisares.

Tantos gestos e atitudes me marcaram positivamente

Herica- Com seu jeitinho de menina cativou-me. Primeira que mantive contato.

Monica- Com toda sua erudição me ajudou muito nas horas difíceis
Gabriela- Com seu jeitinho carioca de ser impressionou pela força de vontade
Manuela- Sempre sentimental faz ver o quanto é bom estarmos juntos
Denise- percebi que calar ás vezes é bom e tem q ser assim mesmo não querendo.

Kellysson- impulsivo e prestativo plantou em todos a semente da solidariedade
Renato- é do tipo falou pouco, mas falou bonito
Ezequiel- Atencioso até demais, um verdadeiro cabra macho


Robério- A inteligência em pessoa, agradeço pelas conversas sábias

 que muita vezes fez mudar a pessoinha que sou.
Eduardo- Com seu ar de timidez impressionou pela força de queres vencer
João- Paciente e sábio deixa como é fácil o recomeçar e como se pode triunfar
Luan- Homem de bom coração sempre pronto para nos servir- tem só o jeito mesmo
Michelle- Meiga sempre ajuda a quem precisa
Fernanda- Com seu jeito estressadinha tem um coração maior que o mundo
Ilzenir- batalhadora e esperta além de ser bem paciente
Danielle- decidida sempre corre atrás do que quer.
Diógenes- mesmo indisciplinado tem um coração de diamante.


Obrigado meu povo vocês fazem meu mundo ser melhor, me fazer perceber que viver é bom e amigos são para sempre


Esqueci de mencionar que nossa sala estava dotada de personagens historicos como: LUTERO, MAX, MOXICA, e outros tantos

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Resenha da obra de Silede - CG de(FL)orada por forasteiros



No livro Imagens multifacetadas da História de Campina Grande Silêde Cavalcanti em seu artigo “Campina grande de(FL)orada por forasteiros” compara a cidade de campina grande a uma menina e sua fases desde a infância, adolescência, jovem e adulta. Quanto à fundação da cidade gera controvérsias, pois comentam que ainda menina a cidade já estava ocupada quando Teodósio de Oliveira Ledo adentrou tornando-a adolescente.
A considerada rainha da Borborema por situar-se no Planalto da Borborema passou a ser “deflorada” com a presença dos forasteiros e comerciantes. Com a geografia privilegiada nasceu frágil, porém vigorosa passa a receber forasteiros mais tarde chamados de tropeiros, assim os comerciantes vão adentrando a cidade.
Segundo Cavalcanti a deflora e atrai códigos e posturas diferentes para adequar o novo publico as pessoas passam a difundir o pensamento patriarcal, religioso e agrário com mais ênfase, a idéia de família e de superioridade masculina prevalece a cada amanhecer.
A cidade de virgem passa a ser deflorada com a promessa de ter casamento próspero e vantajoso, isso gera um grande impulso econômico que traz a intensificação das mulheres buscarem seus espaços perante a sociedade patriarcal, com mais vez em espaços públicos. De fato começa ocorrer certa mudança de valores que preocupa as autoridades que ao mesmo tempo começam a intensificar a zelar e preservar os bons costumes, e assim campina grande já mulher institui lugares sociais para homens e mulheres.
E como essa legalização dos costumes que ocorre a maior procura das famílias pelas instancias políticas e jurídicas a resolverem problemas como o aumento da violência, resgate da honra e crimes sexuais como abuso e raptos.
Com a inauguração dos trilhos da Great Western a cidade com o título de amante teve um impulso avassalador, várias pessoas a freqüentavam e com a visão de moderna germina os valores urbanos liberais da classe burguesa que acabará de se formar como a era do ouro branco, não bastava ser amante agora era importantíssimo lucrar. Tornar a Urbe moderna criava ares de cidade famosa com todo o desenvolvimento econômico mais demorou muito, mas a cidade passou a ser caracterizada como grande centro de prostituição feminina com o cassino El Dourado.
Interdições, demolições, desapropriações, compra e vendas faziam parte do cotidiano gerando urbanização que ganha impulso fortíssimo como Vergniaud Vanderlei que realiza obras como discute Cavalcanti construção do mercado publico, matadouro, praças, pavimentações, implantação do setor telefônico. Remodelou o centro da cidade, urbanizou o açude velho, transferiu a cadeia e o cemitério, ou seja, remodelou a cidade urbanizou para o progresso que acabará de chegar, marca a gravidez dessa grande cidade que mais tarde a busca pelo saber, a sede pelo conhecimento, seduz os adoradores científicos e fundam a universidade. Ocorrendo na cidade o processo de amadurecimento onde agora é sedutora e experiente, globalizada como o são João, festival de inverno, encontro para nova consciência faz que os amantes virtuais venham até ela desfrutar um pouco do que tem a oferecer. Já dizia o poeta quem a viu e quem a vê não conhece mais, pois está bonita e mudada, muito modernizada.  
O referido artigo estudado e analisado tem o mérito estabelecer relações contemporâneas entre a sociedade comercial com os tropeiros e o sistema globais exportação de comunicação, e virtualização dos turistas a visitar a cidade. A Autora que possui empatia pela historia das mulheres e sensibilidade em todo o seu texto personifica a cidade como um ser feminino a fim de atingir mais facilmente o leitor, com a linguagem própria comenta os discursos que inventam a cidade como o do patriarcalismo, mas como ela comenta a cidade por si já nasce livre.
Seguinte denota a comentar sobre a gravidez da urbe da modernidade como a era do ouro branco, logo após ela expelir a modernidade com a proposta contemporânea da virtualização para atrair as pessoas a visitar agora na fase adulta.  O estilo da abordagem da autora é bem claro com tendências na historia do tempo do presente que acaba por contextualizar as suas opiniões e escolhas claras pelo tema escolhido

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Pensando a Grecia antiga de outro modo



Estava a lecionar quando pensei porque nao introduzir o assunto Grécia antiga perguntando porque devemos estudar grécia antiga se estamos no Brasil?
Fácil ja introduz o riquíssimo legado que a própria nos deixou como a democracia, teatro, musica os jogos entre  outros 
 Então decidi introduzir com algumas curiosidades segue abaixo algumas .... 
Curiosidades sobre a Grécia
1-Brincar de ioiô, gangorra e saltar carniça eram comuns entre as crianças da Grécia Antiga.
2-Para os gregos Terça-feira é dia de azar.
3--Em todas as cidades havia casas, prédios do governo, templos e uma praça chamada de ágora, onde as pessoas se encontravam e faziam compras.
4-No campo os agricultores plantavam cevada para fazer pão e mingau, azeitonas para fazer azeite e uvas para fazer vinho. Também criavam cabras, ovelhas e abelhas.
5-Os pobres moravam em casas simples. Os ricos tinham casas enormes, com os aposentos em volta de um pátio. Havia cozinha, banheiro com encanamento e quartos separados para os homens, as mulheres e os escravos.
6-Os rapazes ricos de Atenas iam para a escola pela manhã e á tarde faziam ginástica. As moças ficavam em casa aprendendo a fiar e a tecer.
-Os gregos cozinhavam com o azeite, usavam-no nas lamparinas e até tomavam banho nele

http://www.suapesquisa.com/mitologiagrega/ acesso dia 27 de maio 2011 ás 02.32